Sintasa apoia manifestação dos ex-funcionários da Transurh

21/10/2013 20:06:43 em Geral

 
Manifestação dos ex-funcionários da Transurh na frente da Fundação Hospitalar (Crédito: Kleber Santos/Sintasa)

Com o objetivo de reivindicar que a Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) assuma a responsabilidade de pagar as verbas rescisórias dos ex-funcionários da Transurh que foram demitidos no ano passado, os ex trabalhadores da empresa terceira juntamente com o Sindicado dos Trabalhadores da Saúde de Sergipe (Sintasa) realizou uma manifestação na manha desta segunda-feira (21) na frente da FHS, no centro da cidade.

“Nós entendemos que a real responsabilidade é da Fundação Hospitalar. Segunda a própria Transurh, a empresa está falida. As verbas rescisórias dos servidores são de R$ 2,5 milhão. Conseguimos bloquear R$ 600 mil. Faltam ainda cerca de R$ 1,9 milhão. Portanto, queremos que a fundação assuma a dívida e pague aos trabalhadores”, explicou o presidente do Sintasa, Augusto Couto.

Ação judicial
 
Um erro grave da FHS é que o Sintasa entrou na justiça com uma ação para que a fundação bloqueasse os recursos que passaria para a Transurh, mas isto não aconteceu. Diferente do que aconteceu com a FUNESA, que assumiu os débitos. Eles bloquearam os recursos e pagaram as verbas rescisórias, mas a FHS não fez isso. “A gente quer que a Justiça do Trabalho entre com uma ação contra a FHS pelo descumprimento de não bloquear os recursos que seriam repassados”, ressalta Augusto Couto.

O presidente do Sintasa também chama a responsabilidade para o governador do Estado, Jackson Barreto. “Queremos que governador tenha essa sensibilidade para resolver o problema destes 940 servidores que estão desde o ano passado sem receber as verbas rescisórias. Muitos estão até passando necessidade”, conclui.



Comentários (1)

carla em 22/10/2013 às 10:45h
nao bastasse tantos prejuizos que essas empresas terceirizadas tem nos causado,ainda estamos sem receber nossos salarios correspondentes ao mes de setembro.estamos passando necessidades e ninguem toma uma providencia.é para trabalhar sem receber e ainda ser reprimido porque se reclamar é ameaçado sem colocado para fora.isso é vergonhoso