Sintasa realiza segunda mobilização com a categoria

21/03/2013 15:19:56 em Geral


O Sindicato dos Trabalhadores da Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) realizou a segunda mobilização com a categoria nesta quinta-feira (21), das 7hs às 10h, na frente da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), para reivindicar o restabelecimento da mesa de negociação com entre a comissão de sindicatos e a Secretaria de Estado da Saúde (SES), para prosseguimento para a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) e Plano de Emprego e Remuneração (PER).

O presidente do Sintasa, Augusto Couto, explicou o motivo de ter escolhido a Seplag para fazer a segunda mobilização. “A Seplag foi onde nós construímos o projeto do PCCV, o próprio Oliveira Júnior (secretário) fez parte da organização do Plano de Carreira. Então, a nossa vinda aqui é chamar a atenção do secretário para que reabra a mesa de negociação para que possamos retomar e implementar o PCCV”, explicar o presidente. “No ano passado, em dezembro, seria encaminhado o projeto de lei para a assembleia, mas até então não houve mais nenhuma negociação, enviamos vários ofícios, esperamos agora que com essa mobilização Oliveira Júnior possa chamar as categorias para negociar”.

A diretora do Sintasa, Maria das Graças, destacou que o Governo do Estado precisa ter um projeto de direcionamento e um gerenciamento melhor que acolha o trabalhador. “Não pode haver um gerenciamento que persiga, que enxergue que o trabalhador tenha apenas deveres, e não tem direito. Nós estamos aqui de forma pacífica dizendo: secretário tenha coragem dê um voto de crédito aos trabalhadores da saúde, secretário tenha autonomia e diga que este plano, foi dito pelo governador nos palanques, que ia fazer pela saúde”, ressalta Graça, completando que o governador prometeu nos palanques que iria visitar todos os setores da saúde deste estado, mas não fez.

Insatisfação
O presidente do Sindicato dos Cirurgiões Dentistas de Sergipe (Sinodonto/SE), Marcos Luis Macedo de Santana, avalia que esta mobilização mostra o nível de insatisfação que existe nos trabalhadores da Saúde. “São quatro anos negociando o plano de carreira. Esses diretores do sindicato, não são pessoas radicais não. São corteses. Em outros países os sindicatos são violentos, mas aqui é uma demonstração de cidadania, chamando a atenção do estado, e inércia que tem, que se comprometeu em solucionar”, diz o presidente.



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